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Curso introdutório de Estratégia de Redução e Controle de Perdas de Água, para que você consiga entender conceitos iniciais do tema, e os demais cursos desta mesma categoria possam ter o máximo de aproveitamento e aprendizado.
A jornada para a redução eficaz de perdas de água exige um Road Map estruturado, que transita do planejamento estratégico para a disciplina na execução. O sucesso reside em transformar o plano em ação concreta, utilizando metodologias como o Hoshin Kanri para desdobramento de metas e buscando o Nível Econômico de Perdas (NEP).
Este curso foca na excelência operacional e na aplicação prática do conceito de Microssetorização como estratégia fundamental para a redução de perdas. Você aprenderá a dominar a rotina diária de um "Dono do Microssetor", assumindo um papel de liderança técnica e responsabilidade individual sobre os resultados de sua área.
Este curso mostra por que ligações domiciliares (ramais, cavaletes, hidrômetros, conexões e padrões) são um dos pontos mais sensíveis para perdas e para reclamações de clientes. Você vai entender como a qualidade da ligação impacta vazamentos, intermitência, submedição, fraudes e manutenção corretiva, e como isso se traduz em volume perdido e custo operacional. O conteúdo avança para “como garantir ligações de qualidade”: critérios, especificação, padronização, treinamento, fiscalização e controle de execução. Por fim, o curso coloca a mão na massa com comparação certo x errado, destacando erros comuns, consequências típicas (vazamentos recorrentes, retrabalho, baixa durabilidade) e boas práticas de instalação e inspeção, para reduzir falhas de primeira vez e melhorar a confiabilidade do sistema na ponta.
Este curso é um guia completo para identificar perdas reais com eficiência, combinando conceitos hidráulicos, planejamento e tecnologia de detecção. Você começa entendendo vazamentos no sistema de distribuição: como surgem, como evoluem, quais impactos operacionais e financeiros geram e por que “não ver” não significa “não existir”. Em seguida, aprende a estruturar a pesquisa de vazamentos com lógica (diagnóstico, priorização, roteiros e confirmação), considerando fatores que afetam a ocorrência e a detectabilidade (pressão, material, solo, idade da rede e padrões de consumo). O curso detalha equipamentos e métodos: haste de escuta, geofone, correlacionador, armazenadores de ruído, técnicas avançadas (ex.: Sahara/SmartBall) e boas práticas de uso e manutenção. Fecha com Step Test na prática, mostrando como transformar medição e fechamento controlado em evidência objetiva para localizar perdas invisíveis.
Aqui o objetivo do curso é aumentar a qualidade do reparo e reduzir reincidência, retrabalho e desperdício de equipe/tempo. Você vai ver os principais tipos de reparos em redes e ramais, quando cada um faz sentido e quais riscos operacionais precisam ser controlados (segurança, manobra, qualidade do serviço e preservação do ativo). Depois, entram padrões de reparo: como padronizar materiais, processos e critérios mínimos de execução para garantir durabilidade. O curso destaca “reparo na prática”: erros mais comuns (e por que acontecem), como evitá-los, e como registrar e aprender com falhas para elevar a consistência do time. Por fim, é mostrado o impacto direto da má qualidade do reparo: vazamentos recorrentes, aumento de perdas, danos ao pavimento, queixas de clientes e custo oculto — e como um reparo bem feito vira ação de redução de perdas de verdade, não só correção emergencial.
Este curso concentra-se na eficiência comercial das companhias de saneamento, estabelecendo o processo de leitura e a micromedição como os pilares fundamentais para a garantia da receita e o controle de perdas aparentes. O conteúdo eleva o papel do leiturista de simples coletor de dados para um "faturador da autarquia" e agente de prevenção de fraudes, defendendo a otimização operacional através de roteiros inteligentes e conceitos de gestão industrial.
Este curso aborda o desafio crítico das perdas comerciais causadas por fraudes e ligações clandestinas, analisando tanto as violações técnicas nos hidrômetros — como o uso de ímãs e by-passes — quanto o complexo contexto social das áreas irregulares e favelas. A estratégia de combate proposta é multifacetada, combinando a análise gerencial de perfis de consumo e o uso de tecnologias antifraude com ações de campo e articulação institucional para promover a regularização fundiária e a inclusão de novos clientes.
Este curso organiza o tema perdas como gestão contínua, não como campanha pontual. Você vai ver os elementos gerenciais que sustentam resultado: estrutura de processos, indicadores, governança, responsabilidades e tomada de decisão baseada em evidências. A segunda parte conecta gestão com operação de sistemas de abastecimento, mostrando como hidráulica, rotina operacional e liderança interferem diretamente nas perdas reais. Depois, entram dois pilares que se conversam: gerenciamento da micromedição e gerenciamento da macromedição, com foco em confiabilidade, ciclo de vida, processos essenciais e controle de qualidade dos dados (sem dado bom, não existe diagnóstico bom). O curso fecha com formulação de estratégia: como escolher prioridades, alinhar CAPEX/OPEX, comparar abordagens (mais “empírica” vs mais “científica”) e sustentar um ciclo de melhoria contínua com metas realistas e acompanhamento.
Neste curso, o foco é a rede de distribuição como “máquina” de perdas: como decisões de traçado, setorização e qualidade de ativos determinam o quanto o sistema vaza e o quanto é controlável. Você começa com topologia de redes(ramificada, malhada e mista) e entende as implicações práticas para pressão, manobras, isolamento, confiabilidade e facilidade de detecção de vazamentos. Depois, entra o tema “qual o melhor traçado?”, discutindo critérios técnicos e operacionais para reduzir vulnerabilidade e melhorar manutenção e operação. A terceira parte é decisiva para evitar perdas por falhas de ativo: controle de qualidade de materiais e equipamentos, incluindo especificação, recebimento, inspeção e padronização. Ao final, a rede deixa de ser “só tubulação” e passa a ser entendida como um sistema de decisões que podem blindar (ou ampliar) as perdas
Este curso mostra por que pressão é uma das alavancas mais rápidas (e mais mal conduzidas) no controle de perdas reais. Você aprende como gerenciar pressões na rede de forma segura e inteligente, conectando fundamentos hidráulicos com rotina operacional e com metas. Em seguida, o foco vai para VRPs/Válvulas Redutoras de Pressão: como manter operando de verdade (não só instaladas), como diagnosticar problemas, calibrar setpoints, monitorar comportamento e lidar com eventos críticos e transitórios. A terceira parte aprofunda a manutenção preventiva e corretiva, destacando falhas típicas (pilotos, filtros, vedação, regulagem, instabilidade), sinais de alerta e práticas que aumentam a confiabilidade. A ideia é simples: reduzir pressão onde faz sentido, sem derrubar nível de serviço — e transformar VRP em ativo estratégico, não em “caixa preta” na rua.
Este curso apresenta, de forma integrada, como a Tecnologia da Informação (TI) e a Tecnologia Operacional (TO) atuam juntas no controle de perdas em sistemas de saneamento. Ao longo dos módulos, o aluno entende como dados coletados em campo por sensores, macromedidores e sistemas de telemetria podem ser estruturados, tratados e analisados por plataformas de TI, transformando medições brutas em informações estratégicas. A abordagem mostra como essa integração permite identificar vazamentos, fraudes, falhas operacionais e padrões anormais de consumo, além de apoiar a gestão por meio de indicadores, mapas, análises estatísticas e uma cultura cada vez mais orientada a dados.